Ali, no canto, no ofício do inesperado teu,
Que não atrapalhe,
Que não amofine, simplesmente te espere,
E que abra as latas sempre, todas, tantas quanto queiras,
É o que queres?
Pois tens, a rodear-te, triviais ou custosos,
Melhor que fossem mais diligentes, menos implexos,
Mas tens, mesmo que não te mereças...
Já eu,
Não estou ali ao alcance da mão,
Nem longe de nunca te importunar,
Não me limitaria a tal quietude,
Pois temo, que tentaria, a cada dia, abrir teu coração.
Autor: Poseidon
terça-feira, 18 de maio de 2010
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