quarta-feira, 19 de maio de 2010

Mãozinha

Mãozinha tão pequena que com suas linhas minha vida traçou, era a primeira das tantas dela que me encantou.
Ahhh mãozinha que me acenou, mesmo quando contra eu vinha, me chamou. És a mão que me afaga, como fada, na hora triste, ingrata, mesmo que me bata, é meu bem que sempre quis. Mão miúda do dedo curtinho, que se em riste, saio mansinho.
Mão, pra ti nunca digo não, estas sempre presente em meus pensamentos e também em meu coração, sem essa mão no meu peito apoiada, meu sono se acaba.
Mão cheia de manha em meu rosto desliza e na sua palma encontro minha calma. Mão que fala, que nunca falha, que para, tua rara compreensão me ampara.
Mãozinha, te quero perto de mim, porquanto viria também tua dona junto a mim, até o dia em que hei de te pedir pra mim.

Autor: Poseidon

Um comentário: