Y,
Quero de volta a nossa combinação dois a dois,
Vamos somar nossas vidas e dividir nossas soluções!
Só apresento solução trivial, quero a solução determinada,
Não me subtraia da sua vida,
Juntos, vamos multiplicar tudo que temos,
Sei que às vezes sou racional demais,
Não serei mais tão elevado ao quadrado,
Serei mais natural, pois quero você por inteiro,
Temos que achar as raízes do nosso problema,
E acharmos um denominador comum,
Chega de dízima periódica!
Pois juntos não formamos um polinômio,
Formamos uma equação indeterminada,
Não quero mais nenhum fator multiplicador em nossas vidas,
Já sei qual fatorial meu que te perturbou...
Agora sou humilde e decimal,
Meu amor é infinitamente grande,
E nem se compara as nossas infinitesimais adversidades,
Sem você sou apenas uma fração,
Uma porcentagem de mim se foi,
Volta para a minha felicidade ser em juros composto,
Sei que as vezes brinquei que você era círculo,
Mas nos encaixamos como côncavo e convexo e
Não como quadrado e triângulo,
Quero elevar a uma potencia,
Deixar de ser aritmético e
Ser uma progressão geométrica,
Não se esqueça que serei sempre o X da questão,
Mas preciso de um complemento,
Que esteja no meu subconjunto de soluções,
Parei com matrizes e Polígonos,
Minha geometria esta mais espacial e menos analítica
O que seria da nossa trigonometria sem o eixo X e Y?
Chega de três dimensões, olhe de outro ângulo,
Quero um relacionamento plano e geométrico,
Real e simples,
Que seja sempre positivo e finito,
Sem números complexos ou negativos,
Volta, pois descobri que X + Y = Felicidade
Ass. X
Autor: Poseidon
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Mãozinha
Mãozinha tão pequena que com suas linhas minha vida traçou, era a primeira das tantas dela que me encantou.
Ahhh mãozinha que me acenou, mesmo quando contra eu vinha, me chamou. És a mão que me afaga, como fada, na hora triste, ingrata, mesmo que me bata, é meu bem que sempre quis. Mão miúda do dedo curtinho, que se em riste, saio mansinho.
Mão, pra ti nunca digo não, estas sempre presente em meus pensamentos e também em meu coração, sem essa mão no meu peito apoiada, meu sono se acaba.
Mão cheia de manha em meu rosto desliza e na sua palma encontro minha calma. Mão que fala, que nunca falha, que para, tua rara compreensão me ampara.
Mãozinha, te quero perto de mim, porquanto viria também tua dona junto a mim, até o dia em que hei de te pedir pra mim.
Autor: Poseidon
Ahhh mãozinha que me acenou, mesmo quando contra eu vinha, me chamou. És a mão que me afaga, como fada, na hora triste, ingrata, mesmo que me bata, é meu bem que sempre quis. Mão miúda do dedo curtinho, que se em riste, saio mansinho.
Mão, pra ti nunca digo não, estas sempre presente em meus pensamentos e também em meu coração, sem essa mão no meu peito apoiada, meu sono se acaba.
Mão cheia de manha em meu rosto desliza e na sua palma encontro minha calma. Mão que fala, que nunca falha, que para, tua rara compreensão me ampara.
Mãozinha, te quero perto de mim, porquanto viria também tua dona junto a mim, até o dia em que hei de te pedir pra mim.
Autor: Poseidon
terça-feira, 18 de maio de 2010
Tu assim!
Tu, assim como és, sem mais,
És como tinhas de ser, assim, da forma que sempre te busquei,
E como devia ser, te encontrei, do jeito que te quis,
Igual já te conhecia, e te sentia,
Não mude nunca, nem por mim, seja sempre assim,
É assim que ininterruptamente me encanto por ti,
Por tua beleza, tua luz, tua paz, e tudo mais,
Não te inquietes, te amo assim, sempre,
Mesmo de longe ou de perto, moro em ti.
Autor: Poseidon
És como tinhas de ser, assim, da forma que sempre te busquei,
E como devia ser, te encontrei, do jeito que te quis,
Igual já te conhecia, e te sentia,
Não mude nunca, nem por mim, seja sempre assim,
É assim que ininterruptamente me encanto por ti,
Por tua beleza, tua luz, tua paz, e tudo mais,
Não te inquietes, te amo assim, sempre,
Mesmo de longe ou de perto, moro em ti.
Autor: Poseidon
Mar de Marta
Intensos, imensos e azuis, eu mergulho lá no fundo,
No entanto, profundos, quietos e doces, afogo-me em teus encantos,
Profanos, insanos e densos, são neles que me perco e me acho,
E como sempre brilhantes, sintilantes e acesos, logo venho a tona,
Teus mistérios ainda hei de descobrir, pois,
Como um rio, sempre desaguo em busca de teu mar, teus olhos!
Autor: Poseidon
No entanto, profundos, quietos e doces, afogo-me em teus encantos,
Profanos, insanos e densos, são neles que me perco e me acho,
E como sempre brilhantes, sintilantes e acesos, logo venho a tona,
Teus mistérios ainda hei de descobrir, pois,
Como um rio, sempre desaguo em busca de teu mar, teus olhos!
Autor: Poseidon
O Abridor de Latas
Ali, no canto, no ofício do inesperado teu,
Que não atrapalhe,
Que não amofine, simplesmente te espere,
E que abra as latas sempre, todas, tantas quanto queiras,
É o que queres?
Pois tens, a rodear-te, triviais ou custosos,
Melhor que fossem mais diligentes, menos implexos,
Mas tens, mesmo que não te mereças...
Já eu,
Não estou ali ao alcance da mão,
Nem longe de nunca te importunar,
Não me limitaria a tal quietude,
Pois temo, que tentaria, a cada dia, abrir teu coração.
Autor: Poseidon
Que não atrapalhe,
Que não amofine, simplesmente te espere,
E que abra as latas sempre, todas, tantas quanto queiras,
É o que queres?
Pois tens, a rodear-te, triviais ou custosos,
Melhor que fossem mais diligentes, menos implexos,
Mas tens, mesmo que não te mereças...
Já eu,
Não estou ali ao alcance da mão,
Nem longe de nunca te importunar,
Não me limitaria a tal quietude,
Pois temo, que tentaria, a cada dia, abrir teu coração.
Autor: Poseidon
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